Sai ranking dos países mais felizes do mundo; Brasil subiu

No Dia Internacional da Felicidade, 20 de março, duas pesquisas internacionais mostram o ranking dos países mais felizes do mundo. Aamor e situação financeira são os fatores que mais elevam a alegria das pessoas, diz a pesquisa Ipsos Happiness Report que entrevistou 23 mil pessoas em 29 países.
Este ano, o país que encabeça o ranking é a Indonésia (86% das pessoas felizes), seguida pelos Países Baixos (84%), México (83%) e Colômbia (83%). O Brasil subiu dois pontos percentuais entre 2025 e 2026 e aparece em sétimo lugar
Já um outro levantamento, feito pelo Centro de Investigação de Bem-Estar da Universidade de Oxford e publicado ontem, mostra a Finlândia em primeiro lugar, onde permanece há 9 anos consecutivos, seguida da Islândia, Dinamarca e Suécia. Na América do Sul o país mais feliz é o Uruguai (29º), seguido do Brasil (36º) que subiu 8 pontos.
A felicidade entre homens e mulheres
De acordo com o levantamento da Ipsos, 28% dos brasileiros se declararam “muito felizes”, o país. Já 20% disseram-se “não muito felizes” ou “nada felizes”. No nosso país a felicidade aparece fortemente associada ao amor e à espiritualidade. Já a infelicidade está ligada à situação financeira. Veja a lista dos 10 países mais felizes do mundo abaixo.
Da população brasileira, os homens são maioria entre os que se dizem “muito felizes”. O percentual atingiu 29%. Esse mesmo sentimento representa apenas 26% das mulheres.
Já quando entre os que são apenas “felizes”, as mulheres lideram com 54% contra 50% dos homens.
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Motivos da felicidade
A pesquisa mostra que para o brasileiro, se sentir amado é fator que mais contribui para a felicidade (34%).
A saúde e física e mental, o relacionamento com família e filhos aparecem em seguida.
A fé religiosa ou a vida espiritual foram citadas como motivo que contribui para a felicidade por 22% dos brasileiros, enquanto a média global é 10%.
Quando começa a felicidade na vida
A pesquisa mundial revela que a felicidade geralmente começa alta na juventude, começa a diminuir por volta dos 50 anos e volta a subir e atinge seu pico após os 70 anos.
Aqui no Brasil, chegou a 82% a porcentagem de pessoas que se dizem muito felizes, entre 50 e 74 anos.
Já a Geração Z mostrou que não anda contente: 6% se disseram “nada felizes”.
Motivos da infelicidade
Segundo a Ipsos, existe uma relação entre nível de renda e felicidade. Pessoas com mais dinheiro se definiram como mais felizes (79%) do que os que afirmaram ter renda mais baixa (67%).
Segundo a pesquisa, a infelicidade no Brasil tem vários motivos, entre elas a situação financeira (54%), pouco abaixo da média global (57%).
Em seguida aparecem saúde mental e bem-estar (37%) e situação habitacional ou condições de vida (27%)
Veja o ranking dos 10 países mais felizes em 2026
- Indonésia
- Países Baixos
- México
- Colômbia
- Malásia
- Tailândia
- Brasil
- Tailândia
- Espanha
- Bélgica

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